sexta-feira, 11 de julho de 2014

surdocegueira e a DMU


A surdocegueira é uma deficiência com a perda auditiva e visual de forma concomitante, em diferentes graus. Conforme explica Silva (2010), abrange o comprometimento dos sentidos da visão e da audição, de tal maneira que impossibilita o uso dos outros sentidos auxiliadores à distância, causando grande dificuldade na comunicação e na compreensão de mundo. Ela pode ser congênita ou adquirida e apresentam diversas características, desde as que apresentam perda total visual e auditiva, até aquelas que apresentam um bom resíduo visual e/ou um bom resíduo auditivo, uma pessoa adquire a surdocegueira antes da aquisição da linguagem - seja oral ou gestual, deve ser considerada como pré-linguística. Já àquelas que adquiriram a surdocegueira após a aquisição da linguagem devem ser consideradas como pós-linguísticas. Na fase pré-linguística, a comunicação dar-se-á por meio da utilização de objetos de referência, onde os objetos devem estar relacionados às atividades desenvolvidas. Os objetos deverão ser colocados sequencialmente dentro de caixas, pela ordem em que as atividades diárias se realizarão, objetivando funcionar como uma agenda. Na fase pós-linguística as formas de comunicação são diferentes, pois a pessoa já adquiriu anteriormente uma língua, seja o Português ou Libras


Deficiência Múltipla (DMU)  apresenta duas ou mais deficiências associadas, acarretando diferenças no desenvolvimento global da pessoa (deficiência visual associado à paralisia cerebral; deficiência visual e deficiência intelectual; deficiência visual e autismo; deficiência auditiva e autismo; deficiência auditiva e deficiência intelectual; deficiência auditiva e paralisia cerebral; surdocegueira congênita - sem um sistema de comunicação estabelecido).  Para que as pessoas com DMU se expressem, é necessário modos de comunicação apropriados a cada caso, com  estratégias, recursos e uma rotina que privilegie o desenvolvimento das interações.
Os alunos com surdocegueira e com DMU, apresentam desafios a escola e aos profissionais que nela trabalham.
         Eles apresentam necessidades de comunicação e posicionamento, seja ela em cadeira de rodas, cadeira comum ou em um colchonete, com o apoio desses materiais básicos, o professor deve apoiar o aluno em uma postura equilibrada, articulando seus movimentos motores e aperfeiçoamento viso motora.
         Portanto na escola as necessidades se focam no aspecto da comunicação, do posicionamento, na organização especial do ambiente e nos recursos pedagógicos para esses alunos.

domingo, 20 de abril de 2014

Surdocegueira de DMU



A surdocegueira é uma deficiência com a perda auditiva e visual de forma concomitante, em diferentes graus. Conforme explica Silva (2010), abrange o comprometimento dos sentidos da visão e da audição, de tal maneira que impossibilita o uso dos outros sentidos auxiliadores à distância, causando grande dificuldade na comunicação e na compreensão de mundo. Ela pode ser congênita ou adquirida e apresentam diversas características, desde as que apresentam perda total visual e auditiva, até aquelas que apresentam um bom resíduo visual e/ou um bom resíduo auditivo, uma pessoa adquire a surdocegueira antes da aquisição da linguagem - seja oral ou gestual, deve ser considerada como pré-linguística. Já àquelas que adquiriram a surdocegueira após a aquisição da linguagem devem ser consideradas como pós-linguísticas. Na fase pré-linguística, a comunicação dar-se-á por meio da utilização de objetos de referência, onde os objetos devem estar relacionados às atividades desenvolvidas. Os objetos deverão ser colocados sequencialmente dentro de caixas, pela ordem em que as atividades diárias se realizarão, objetivando funcionar como uma agenda. Na fase pós-linguística as formas de comunicação são diferentes, pois a pessoa já adquiriu anteriormente uma língua, seja o Português ou Libras


Deficiência Múltipla (DMU)  apresenta duas ou mais deficiências associadas, acarretando diferenças no desenvolvimento global da pessoa (deficiência visual associado à paralisia cerebral; deficiência visual e deficiência intelectual; deficiência visual e autismo; deficiência auditiva e autismo; deficiência auditiva e deficiência intelectual; deficiência auditiva e paralisia cerebral; surdocegueira congênita - sem um sistema de comunicação estabelecido).  Para que as pessoas com DMU se expressem, é necessário modos de comunicação apropriados a cada caso, com  estratégias, recursos e uma rotina que privilegie o desenvolvimento das interações.
Os alunos com surdocegueira e com DMU, apresentam desafios a escola e aos profissionais que nela trabalham.
         Eles apresentam necessidades de comunicação e posicionamento, seja ela em cadeira de rodas, cadeira comum ou em um colchonete, com o apoio desses materiais básicos, o professor deve apoiar o aluno em uma postura equilibrada, articulando seus movimentos motores e aperfeiçoamento viso motora.
         Portanto na escola as necessidades se focam no aspecto da comunicação, do posicionamento, na organização especial do ambiente e nos recursos pedagógicos para esses alunos.

quarta-feira, 12 de março de 2014

Atendimento Educacional Especializado aluno com Surdez





A mesma lei definiu a Língua Brasileira de Sinais  – Libras como:  “a forma de comunicação e expressão em que o sistema linguístico de natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria, constitui um sistema de ideias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas surdas no Brasil”, e também concluiu que Libras não poderá substituir a modalidade escrita de Língua Portuguesa.
(Dessa forma), o Decreto 5626/2005, regulamenta a Lei 10436/2002 e também  a Lei 10098/2000 (que estabelece normais gerais e critérios básicos para a promoção da  acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com a mobilidade reduzida) e garante ao surdo o direito de compartilhar uma cultura e língua visual espacial em sua comunidade. O mesmo  decreto trata ainda de outros aspectos importantes: a formação de professor de Libras e do Instrutor de Libras; o uso e difusão de Libras e da Língua  Portuguesa para o acesso das pessoas surdas à educação; a formação do tradutor e intérprete  de Libras – Língua Portuguesa; a garantia do direito à educação das pessoas surdas ou com  deficiência auditiva; a garantia do direito à saúde das pessoas surdas ou com deficiência auditiva; o papel do poder público e das empresas que detêm concessão ou permissão de serviços públicos, no apoio ao uso e difusão de Libras.
Nesse sentido, a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva Inclusiva, trazendo o Atendimento Educacional Especializado para pessoas com surdez, são discutidas ações para a construção deste trabalho o bilingüismo é “uma proposta de ensino usada por escolas que se propõem a tornar acessível à criança duas línguas no contexto escolar”, no caso do surdos a LIBRAS e a língua portuguesa na modalidade escrita. Se a língua de sinais é a língua natural para o surdo, ela deve ser oferecida o quanto antes no contexto escolar, a fim de eliminar qualquer barreira a sua aprendizagem.  A escola inclusiva tem o compromisso com o respeito e acolhimento às diferenças individuais, o que significa reconhecer a diferença lingüística relativa aos surdos, que necessitam do acesso a experiências lingüísticas mediadas por uma língua que não ofereça barreiras à sua interação e aprendizagem.
O atendimento do AEE DA/ Surdez se divide em Três  tipos de atendimento:
AEE de Libras onde o ensino da libras para alunos surdos, incluídos na escola comum. Aulas ministradas por professor preferencialmente surdo proporcionando aos alunos a libras como língua a fim de desenvolver a competência linguística e ampliar a intenção comunicativa dos alunos e conhecer os diversos aspectos culturais e históricos que definem a comunidade surda.

AEE em Libras o professor trabalha em libras o mesmo conteúdo curricular que está sendo estudado no ensino comum e acompanha o seu desenvolvimento. Não se trata de uma repetição ou de uma antecipação do que está sendo estudado na sala de aula, mas de um trabalho complementar, em que o professor de AEE vai retomando as ideias que constituem o essencial do conteúdo e investigando se houve entendimento do assunto pelo aluno com surdez." Em nenhum momento esse atendimento é um treinamento, uma repetição do conteúdo. Trata-se de uma exploração do conteúdo, em libras em que o aluno tem a oportunidade de, no seu canal privilegiado de compreensão, expandir o que está sendo ensinado na aula.

AEE em Língua portuguesa  é o ensino da língua portuguesa na modalidade escrita como segunda língua para ampliação do vocabulário dos alunos e compreensão das regras gramaticais e estruturas de diferentes portadores de textos

 Referencias

 DAMÁZIO, M.F.; FERREIRA, J. Educação Escolar de Pessoas com Surdez – Atendimento Educacional Especializado em Construção. Revista Inclusão: Brasília: MEC, V. 5, 2010. p. 46-47

domingo, 8 de dezembro de 2013

Audiodescrição






A audiodescrição, que se constitui como um serviço especializado capaz de promover a acessibilidade comunicacional de pessoas cegas e com baixa visão, transitando, pois, pelo viés da comunicação, assumindo o papel de transmissora de informações que, inicialmente, estariam disponíveis apenas no plano visual, a exemplo de imagens estáticas (tais como fotografias), cenas dinâmicas (veiculadas no cinema, TV ou teatro), além de textos e legendas impressas.

O uso pedagógico da atividade da audiodescrição que se segue, implica:
  • proporcionar que alunos com Deficiência Visual , tenham acesso aos conteúdos escolares, no mesmo tempo em que o restante da turma; 
  • minimizar ou eliminar as barreiras presentes nos meios de comunicação que se interponham ao acesso à educação, tais como aquelas presentes no acesso a materiais bibliográficos, imagens e vídeos;
  • favorecer o acesso a atividades lúdicas como as histórias em quadrinhos, visando trabalhar conceitos, personagens, compreensão, interpretação e produção textual através das descrições.

sábado, 19 de outubro de 2013

Torre de Hanói




É um "quebra-cabeça" que consiste em uma base contendo três pinos, em um dos quais são dispostos alguns discos uns sobre os outros, em ordem crescente de diâmetro, de cima para baixo. O problema consiste em passar todos os discos de um pino para outro qualquer, usando um dos pinos como auxiliar, de maneira que um disco maior nunca fique em cima de outro menor em nenhuma situação. O número de discos pode variar sendo que o mais simples contém apenas três.
O jogo possui inúmeras aplicações para o desenvolvimento cognitivo podendo auxiliar na coordenação motora, da lógica do raciocínio matemático, identificação de formas, pode ser utilizado para estabelecimento de estratégias, planejamento, desenvolver estratégias, contagem dos movimentos e raciocínio. Contribuiu para a plasticidade cognitiva, a transcendência da aprendizagem, metacognição e a auto-regulação.


 


Este trabalho rompe com a prática de ensino com base na lógica do concreto e na repetição alienante que nega o acesso da pessoa com deficiência intelectual ao plano do abstrato e simbólico da compreensão. Estimular o aluno com deficiência intelectual a avançar na sua compreensão, criar impasses e situações de conflitos cognitivos saindo de uma posição passiva e automatizada, diante da aprendizagem para o acesso e apropriação ativa do próprio saber.