domingo, 8 de dezembro de 2013

Audiodescrição






A audiodescrição, que se constitui como um serviço especializado capaz de promover a acessibilidade comunicacional de pessoas cegas e com baixa visão, transitando, pois, pelo viés da comunicação, assumindo o papel de transmissora de informações que, inicialmente, estariam disponíveis apenas no plano visual, a exemplo de imagens estáticas (tais como fotografias), cenas dinâmicas (veiculadas no cinema, TV ou teatro), além de textos e legendas impressas.

O uso pedagógico da atividade da audiodescrição que se segue, implica:
  • proporcionar que alunos com Deficiência Visual , tenham acesso aos conteúdos escolares, no mesmo tempo em que o restante da turma; 
  • minimizar ou eliminar as barreiras presentes nos meios de comunicação que se interponham ao acesso à educação, tais como aquelas presentes no acesso a materiais bibliográficos, imagens e vídeos;
  • favorecer o acesso a atividades lúdicas como as histórias em quadrinhos, visando trabalhar conceitos, personagens, compreensão, interpretação e produção textual através das descrições.

sábado, 19 de outubro de 2013

Torre de Hanói




É um "quebra-cabeça" que consiste em uma base contendo três pinos, em um dos quais são dispostos alguns discos uns sobre os outros, em ordem crescente de diâmetro, de cima para baixo. O problema consiste em passar todos os discos de um pino para outro qualquer, usando um dos pinos como auxiliar, de maneira que um disco maior nunca fique em cima de outro menor em nenhuma situação. O número de discos pode variar sendo que o mais simples contém apenas três.
O jogo possui inúmeras aplicações para o desenvolvimento cognitivo podendo auxiliar na coordenação motora, da lógica do raciocínio matemático, identificação de formas, pode ser utilizado para estabelecimento de estratégias, planejamento, desenvolver estratégias, contagem dos movimentos e raciocínio. Contribuiu para a plasticidade cognitiva, a transcendência da aprendizagem, metacognição e a auto-regulação.


 


Este trabalho rompe com a prática de ensino com base na lógica do concreto e na repetição alienante que nega o acesso da pessoa com deficiência intelectual ao plano do abstrato e simbólico da compreensão. Estimular o aluno com deficiência intelectual a avançar na sua compreensão, criar impasses e situações de conflitos cognitivos saindo de uma posição passiva e automatizada, diante da aprendizagem para o acesso e apropriação ativa do próprio saber.